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Instituto Mãe: 3º Seminário Internacional Pais & Filhos – Parte II

05 de agosto de 2017 |
Instituto Mãe
 3º SEMINÁRIO INTERNACIONAL PAIS & FILHOS – PARTE II – Patrícia Camargo / Patricia Marinho, por Aline Saito, da @li_saitobabyplanner
Tempo Junto

Mães-empreendedoras: donas do Espaço de Brincar Tempo Junto, falam da importância da brincadeira na vida das crianças.

O Instituto Mãe esteve presente no 3º Seminário Internacional da Pais e Filhos e conversou com as Patricia, Machado e Camargo, veja na íntegra o que elas dizem sobre a importância do brincar na vida das crianças.

 

Quem são? Patricia Camargo – Jornalista há 23 anos e sócia do projeto Tempojunto, iniciativa que apresenta formas de melhorar a qualidade do tempo entre pais e filhos. Escreveu e editou revistas especializadas, como a Médico Repórter. Ela é mãe de Henrique, Sofia e Larissa, mais conhecidos como Pocoyo, Cururuca e Potchochenca, como ela prefere chamá-los. Patricia Marinho Publicitária, tem 43 anos e é fundadora do projeto Tempojunto. Ela é mãe da Carol e da Gabi, que inspiraram a criação do projeto. Tempojunto visa criar tempo de qualidade entre pais e seus filhos, com brincadeiras e histórias. Patricia também é autora do livro “Tempojunto – 100 brincadeiras incríveis para fazer com os filhos em qualquer lugar”. Brincar pra que? Faz muito pouco tempo que as pessoas sabem que brincar é importante. Brincar faz bem para crianças, adultos e isto faz diferença em uma vida mais feliz. Brincar é importante para o desenvolvimento da criança. Dá para brincar com o bebê desde o nascimento e isso irá ajudá-lo a se desenvolver em todos os aspectos. A Patricia C. Comenta que “tem um bode” quando ouve alguém falando que uma criança faz chinês, esportes, matemática e curso de liderança e criatividade para que no futuro sejam líderes criativos. Isto a incomoda, pois acredita que não precisa, a brincadeira desenvolve a liderança e criatividade além de fortalecer o vínculo com os pais. Para validar este vínculo, ela comenta que a Patricia M. Tem uma filha de 10 anos, e esta fase é quando os pais acreditam que a criança não quer mais brincar, mas não é verdade. É possível acessar esta criança maior através da brincadeira, se isto se tornou algo comum, o vínculo ali é forte e quando chegar na adolescência, este vínculo permanecerá. Brincadeira é uma chave de ouro para conhecer os nossos filhos. A criança conversa brincando. Ela mostra para agente o que ela entende do mundo através da brincadeira. Ela contou um fato que aconteceu com ela, para ilustrar isto. Disse que sempre que perguntava para o filho como foi na escola ele respondia de uma forma evasiva, mesmo usando aquelas perguntas diferentes. Más através de uma brincadeira com desenho, o filho dela começou a desenhar a rotina dele na escola, inclusive, no meio da brincadeira era possível identificar o que ele gostava ou não. Brincadeira é a atividade mais inclusiva que existe. Qualquer criança brinca, não importa se tem ou não alguma deficiência, as crianças se adaptam a brincadeira, desde que a família permita, deixe e não tenha preconceito com isso. Patricia M. conta que o papel da brincadeira está se tornando tão sério que está em um projeto, junto com o NCPI (Núcleo de Ciência Pela Infância) e a Universidade Harvard para aplicar uma intervenção aqui no brasil em mulheres de situação vulnerável, para mostrar como ensinando estas mulheres a brincar com seus filhos é possível equilibrar um pouco o problema que o stress tóxico (nome técnico que os neurocientistas deram para o efeito que a negligencia, abandono e falta de estímulo) causa no desenvolvimento infantil. Uma criança que, de 0 a 6 anos, não é estimulada corretamente, ela vai ser uma criança com mais doenças mentais, físicas e atrasos. E o intuito deste projeto é mostrar como que podemos reforçar o fato de que o que fazemos pelos nossos filhos faz diferença na vida deles.   Eu, Aline, que já era fã destas duas, depois desta palestra, fiquei ainda mais. Espero que tenham gostado do que compartilhei.

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Coisas de mãe