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Instituto Mãe: Por que escolher o parto normal humanizado?

11 de outubro de 2017 |
Instituto Mãe

Instituto Mãe: Por que escolher o parto normal humanizado? por Dr. Rodrigo Rosa @dr.rodrigorosa

Instituto Mãe: No parto normal humanizado, o processo é natural e requer o mínimo de intervenção médica e apenas autorizada pela gestante, sempre levando em consideração a saúde e segurança dela e da criança. Os cuidados se iniciam desde o pré-natal, com avaliação e suporte psicológico, para que tudo seja compreendido. O médico deve explicar detalhadamente todas as etapas e resguardar a saúde da mãe e do bebê.

É muito importante respeitar a escolha da futura mamãe, os valores e sentimentos dela. O obstetra deve entender as condições biológicas, psicológicas e sociais da paciente para que se possa promover o bem-estar da mãe e do bebê durante todo o processo. É direito dela aceitar ou recusar qualquer conduta médica, decidir a posição do parto, o local do nascimento da criança e se contará com a presença de um acompanhante.

 

Na humanização, respeita-se também o tempo natural do trabalho de parto, sempre evitando precipitar a chegada do bebê para antes da 39ª semana. A bolsa se rompe espontaneamente. Durante o trabalho de parto, que pode durar até 14 horas, a paciente também recebe todo suporte físico e emocional. Compete ao obstetra acompanhar atentamente como expectador, pois é a mãe a protagonista. Medicamentos que aliviam as dores e a anestesia serão introduzidas somente com o consentimento da mãe e se for estritamente necessário.

Nesse tipo de parto, a mãe tem uma recuperação mais rápida. Também é evitada a realização de episiotomia de rotina, um corte na região perineal para facilitar a saída do bebê. Outro benefício do parto normal humanizado é a amamentação, que acontece ainda no quarto da maternidade, quando o bebê nasce, promovendo um vínculo importante para a mãe e filho.

Rodrigo da Rosa Filho é Graduado em medicina pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp/EPM), Membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP),  co-autor/colaborador do livro “Atlas de Reprodução Humana” da SBRH e autor do livro ” Ginecologia e Obstetrícia- Casos clínicos” (2013). É diretor clínico e sócio-fundador da clínica de reprodução humana Mater Prime.

 

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Gravidez